Quem utiliza internet para além da tríade e-mail / orkut / msn já leu até cansar sobre web 2.0, uma espécia de new age internética. E não é que o troço virou moda? Leio no 20 palabras sobre o autointiludado primeiro grupo político 2.0, que surgiu para “representar um novo jeito de fazer política”. Trata-se da Generación K, ala política de Nestór e Cristina Kichner, o casal biônico de nuestros hermanos argentinos.

No dia 10 entrará no ar o site kirchneriano, que está sendo anunciado como o “organizador” da militância governista.
Depois dos grandes (e tradicionais) veículos de comunicação, agora são os políticos que estão descobrindo as potencialidades de ferramentas como Twitter, Flickr, WordPress e YouTube. A rede mundial está se integrando cada vez mais ao mundo material. E o seu grande busílis é diminuir a importância dos intermediadores e distribuidores da informação. Para que esperar por um espaço no jornal de domingo se el presidente pode dizer o que pensa diretamente ao público final, e tendo o espaço que desejar?
Só combinemos uma coisa: esse papo de “grupo com prática política 2.0″ é neo-enrolês dos brabos…
Mais informações podem ser acessadas nesse post de Sebastián Lorenzo.
[Atualização:]
Quem leva mesmo a sério a internet nas discussões políticas é a turma sueca do Partido Pirata.



A expressão dois-ponto-zero anda tão banalizada que praticamente já perdeu todo e qualquer sentido. Mas é interessante essa forma de fazer política descentralizada
Dava até para enviar perguntas!
Outra dois-ponto-zeração política interessante foram os debates promovidos com os candidatos a candidatos à presidência dos EUA através do YouTube
Pelo menos a moda/tendência de colocar 2.0 em tudo poderá servir para aprimorar algumas coisas…
Não sei se você vai concordar, mas o “zerodoisismo” tomou conta do Brasil. “Pede pra sair, zero dois!” é o bordão do momento. Não que isso tenha alguma coisa a ver com o post hehe
Hum, não sabia desse processo nas elições dos EUA; bem interessante…
Haha, Rafael, é verdade!