Os comentaristas especulam que em 1619, ano de sua “iluminação”, Descartes já dominava com maestria a “arte dos números”. E se sabe, graças a uma carta a seu amigo Beeckman, de Amsterdã, que em abril de 1619 Descartes encontrou-se “com um erudito que afirmava poder empregar um método retirado de Ars Parva de Raymond Lull de modo tão bem-sucedido que ele seria capaz de se pronunciar por uma hora sobre qualquer tema. Lull foi um autor do século XIII que escreveu sobre a ciência universal.” (SORELL, 2004, p. 17) Esse encontro certamente influenciou sobremaneira o francês, de modo que meses depois ele anunciaria haver compreendido sua “destinação intelectual”. Nascia uma síntese – com contundentes implicações metafísicas – entre a possibilidade de uma ciência geral e o método matemático; eis a contribuição decisiva que Descartes legou à filosofia moderna.
Uma (custosa) parte do meu trabalhão para a cadeira de filosofia.
Baita fim de semana divertido o meu, né não?
PS: o título apelativo do post é uma clara referência ao desenho mais escatológico que há (vai que alguém não sabe, né não?).



E quem seria Descartes no Livro das Bestas?
E o meu findi foi regado à Revolução Farroupilha, Nietzsche e a educação e Literatura policial na história do crime.
Bacanudo também.
Dani:hehehe, mas me parece mais interessante do que o sr. Descartes!
meyviu: seria a horrenda-besta-que-desgraça-o-fim-de-semana-dos-estudantes!