Rezava a lenda que nós, luso-latinos dos trópicos, gozávamos de uma espécie de estabilidade vivencial ímpar. O Brasil seria quase que uma área especial criada por Deus imune à hecatombes; uma espécie de zona de segurança da ONU. Nosso único problema era o econômico, mas esse o Delfim Neto podia resolver — bastava ter paciência.
Porém, começaram as mega tragédias: ciclones, tornados e até terremotos. E, como se não bastasse isso, agora também temos atentados à bomba(!!!). Só nos faltam os terroristas de turbante (a polícia cinematográfica, ao menos, já temos). Tempos interessantes.




É o equilíbrio natural das coisas. O Brasil começoooou a se tornar independente, começoooou a mostrar potencial no mercado financeiro internacional… aí vem a ironia, essa fanfarrona, e goza de trazer as tragédias do 1º mundo. Um país em crescimento, sem desastres, com um povo cordial e clima tropical? Não, não, isso é impossível. (:
É, a coisa anda feia aqui pelo lado sul do mapa…
Pois quando li a notícia não sabia que reação ter. Fiquei chocada. E curiosa para saber quem foi o responsável (mas não para atacar ou algo do tipo, mas para entender quem ele era e de que organização faz parte, ou se era apenas um maluco qualquer).
Clichê dizer, mas: é a velha e perene globalização do novo mundo. Ou a ausência de hierarquia pós-moderna. Todo mundo pode (até se der mal, no caso do Brasil entrando no grupo).
E ainda acham que pra ser do primeiro mundo, tem que ser ruim no futebol….
Se o Corínthians (éco) for para a terceira divisão o Brasil vai se tornar a faixa de Gaza ou coisa do tipo…
Atualiza menino!