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10 anos da nova Lei do Direito Autoral

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Em 19 de fevereiro de 1998, o então presidente Fernando Henrique Cardoso assinou a Lei 9.610, que “altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências”. Não é novidade que ela é muito defasada no que diz respeito à internet. O número de usuários da web dobrou várias vezes desde a aprovação da Lei pelo Congresso, em 1997. De lá para cá, houve uma gigantesca popularização da tecnologia P2P, criaram-se espaços de trocas diretas. E, há dez anos, nem se falava de 2.0, esse conceito que mudou (e segue mudando) a maneira como as pessoas interagem na rede e compartilham informação. Os “Direitos Patrimoniais do Autor” — que sequer são conhecidos pela maioria dos internautas — proíbem edição, adaptação, tradução e distribuição de quaisquer obras artísticas, literárias ou científicas sem “prévia e expressa” autorização do seu criador ou representante. Talvez seja essa uma das leis mais descumpridas do Brasil.

Recordar é viver — pequena observação sobre o passado

Nem sempre houve preocupação com os direitos sobre uma determinada criação (seja científica ou artística). Quase inexistem registros sobre esse tipo de discussão durante o período da Antigüidade. E é no final da Idade Média que, de fato, começam a existir normatizações sobre o uso das criações humanas. A invenção da máquina de imprensa agitou o cenário, pois a partir de então tornou-se muito mais fácil reproduzir textos e, conseqüentemente, idéias e conhecimento (sim, isso parece bem familiar). Logo, as instituições jurídicas sedimentaram o conceito de Propriedade Intelectual — se havia direito à propriedade de bens materiais, por que também não seria adequado instituir a propriedade de idéias? Apesar das inúmeras atualizações que sofreu, o conceito de propriedade sobre uma invenção manteve-se basicamente o mesmo ao longo dos últimos séculos.

Quem está assustado com as mudanças?

Apesar do Direito Autoral atingir também temas como patente industrial e bancos de dados, é na chamada Indústria Cultural que esse debate aperta mais nos calos. O boom do WWW aumentou o consumo de produções culturais, e parte significativa desse consumo simplesmente não está gerando lucro. É possível compartilhar e distribuir criações sem embolsar um único centavo. Precisamente por isso que todo o birô de negócios que controlou esse setor ao longo do século passado está lutando ferreamente pela manutenção de leis inadequadas, e ultrapassadas em muitos casos. Afinal, não é pouca coisa que se movimenta nesse ramo. O Banco Mundial afirma que os bens culturais respondem por 7% do PIB global, ou seja, representam uma fatia de aproximadamente 2,5 trilhões de dólares. Quanto ao Brasil, o IBGE atualmente ainda está pesquisando esse indicador; mas estima-se que aqui os bens culturais girem em torno de 4% do PIB tupiniquim.

Luzes no fim do túnel ou A realidade é superior as leis

Registre-se que o Ministério da Cultura demonstra preocupação em atualizar a legislação. Em dezembro passado foi lançado o Fórum Nacional do Direito Autoral, através do qual o governo pretende atuar na “formulação de políticas públicas para um tema cada vez mais contemporâneo e estratégico num contexto de ambiente digital e convergência tecnológica”. Através desse Fórum, que até agora vem apresentando um inesperado tom crítico, o ministro Gilberto Gil pretende realizar uma rodada de seminários temáticos ao longo de 2008 que debata o tema na perspectiva de “colocar o nosso país na rota da modernidade”. No discurso que Gil realizou durante o lançamento do Fórum, ouviram-se críticas ao fato de nossa legislação não diferenciar cópia privada de cópia comercial. Por outro lado, ainda segundo o ministro, o Brasil não conseguiu até hoje consolidar uma real proteção aos criadores, na medida que estes ficam muito fragilizados ante os contratos que distribuidoras e produtoras impõe. Oxalá que o MinC tenha peito de enfrentar o lobby da indústria, concebendo uma forma legal que possibilite a livre circulação de bens culturais (desde que inexista interesse comercial), e, ao mesmo tempo, garantindo maior autonomia para os autores. Aos empresários da cultura e autores descontentes, restam duas opções: tentar controlar “com firmeza” a web (o que é infrutífero, apesar de ser divertido assistir as tentativas) ou amadurecer e admitir que sim, há necessidade de se rediscutir o sagrado copyright.

 

Imposto sobre a possibilidade de pirataria

Como acontece quase sempre, não se lê nada na blogosfera tupiniquim sobre um espisódio que tem gerado muita conversação e revolta entre nuestros hermanos. Lamentável, diga-se de passagem, pois é um caso bem interessante o que está sendo discutido lá. Você acha os impostos brasileiros um despropósito? Pois na Argentina o deputado (e músico) Claudio Morgado lançou, através de um post publicado no blog La Barbarie, a proposta de criar uma espécie de imposto sobre a possibilidade de pirataria.
Segundo essa proposta, que está sendo calorosamente debatida, uma taxa incidirá sobre todo equipamento digital que tenha capacidade de viabilizar a reprodução não-licenciada de bens culturais (DVD’s, CD’s, players de MP3, computadores, gravadores de mídias, impressoras, copiadoras, discos rígidos, modem ADSL, scanners, filmadoras, máquinas fotográficas digitais, celulares, etc). Você pagaria mais caro por um produto digital a partir do pressuposto de que há uma grande possibilidade de uso do mesmo para fins ilegais. Seguindo o mesmo raciocínio, seria possível taxar as bebidas alcoólicas com um imposto sobre a possibilidade de acidente; ou então, taxar as facas com um imposto sobre a possibilidade de assassinato. E por aí vai.
Esse projeto é inspirado numa lei que existe na Espanha e é conhecida como canon por copia privada ou remuneración compensatoria por copia privada. Praticamente todos equipamentos digitais são taxados pelo tributo. E os recursos obtidos não vão para o governo, mas sim para a SGAE - Sociedade General de Autores y Editores, entidade de gestão de direitos autorais que arrecada cerca de 55 milhões de euros por ano. Mas na Espanha o imposto existe porque lá é assegurado por lei o direito a fazer cópias para fins privados de bens culturais comprados legalmente — você pode copiar para seu MP3 player as canções do disco que comprou, por exemplo. O canon por copia privada não é sobre uma possibilidade de ato ilícito, mas sim sobre um direito concreto, declarado. No entanto, milhares de espanhóis estão insatisfeitos. (Quando se compra um computador com 60GB de disco rígido, o canon representa 22 euros do valor total. Um gravador de DVD-RW agrega mais 16,67 euros ao preço do PC.) Há inclusive um movimento chamado Todos contra el canon. A antipatia pela toda poderosa SGAE já rendeu até um bom vídeo:
Na Argentina não existe o direito a cópia privada, é outra realidade jurídica. E é precisamente isso que tem suscitado inúmeras discussões. A instituição do imposto seria uma legalização do ato de reproduzir um disco ou um filme? A princípio, não. Então vejamos que situação seria essa: é ilegal fazer cópia, mas, ao mesmo tempo, se cobra compulsoriamente uma tarifa sobre esse ato que não pode ser executado… Raciocínio mui brilhante o desse deputado. Confuso, é verdade, mas de certo deve haver alguma genialidade imbutida aí; só pode haver.
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A blogosfera argentina está fortemente mobilizada contra os intentos desse parlamentar. Um dos principais argumentos é que uma legislação obscura e dúbia como essa vai servir só para arrecadar $ e encarecer o acesso a (já cara) tecnologia digital. Um blog foi criado para distribuir informações e material da campanha No Al Canon.
Para saber mais sobre o assunto você pode ler esse post no Denken Über, e também consultar o Dossier Canon Digital elaborado pela equipe do La Barbarie.

A teoria do professor Valadares

Estréia dia 7/12 a nova produção da Casa de Cinema de Porto Alegre: 3 eFes, obra com roteiro e direção de Carlos Gerbase.

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Segundo o professor, a humanidade é movida por três nada virtuosos apetites: Fasmo, Fome e Foda. Veremos uma película que se esforçará para comprovar a tal tese — nossas vidas são determinadas pelo modo como conjugamos esse tripé moral. 3 eFes é, segundo o site oficial do filme, uma comédia dramática sobre pessoas que enfrentam dilemas éticos comuns a qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo.

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Um bom filme? Não faço a mínima idéia. Mas será bem fácil descobrir: a partir do dia 7 ele estará todinho disponível na internet, de barbada! (Em gaúchês, de barbada corresponde a de graça.) Isso mesmo, prezado/a incrédulo/a. Você não vai precisar correr ao cinema para pegá-lo antes que saia de cartaz tão rápido quanto entrou… Esse será o primeiro filme brasileiro lançado simultaneamente em quatro mídias: internet, vídeo digital (para salas de cinema), DVD e televisão (via Canal Brasil). Eu, obviamente, vou aproveitar da maneira devida esse avanço no comportamento da indústria cultural tupiniquim — assistirei na web, seguindo o link oficial, sem desembolsar um só pila (pila é a moeda oficial do RS, e atualmente está em paridade com o Real).

E não param por aí as peculiaridades: segundo essa matéria d’O Globo, o filme custou só R$ 40 mil — uma ninharia no mundo da produção audiovisual. Aliando baixo orçamento a distribuição ousada, massiva e inavadora, Gerbase acredita estar contribuindo com medidas práticas para solucionar a questão da pirataria. O espectador interessado não precisará necessariamente recorrer ao camelô uma vez que tudo estiver na rede. “Mas donde vai sair o lucro do moço?!” Gerbase aposta nas magras bilhetrias do cinema e na venda do DVD (R$ 29,90) para cobrir os custos. Segundo ele, esse sistema pode ser rentável porque la plata vai direta e integralmente para o bolso dos realizadores, sem divisões de percentuais com distribuidoras. É ver para crer. Quem sabe não estamos presenciando uma mudança significativa em nosso cinema?

[atualização em 8/12] Conforme prometido, o filme está disponível por streaming no Terra. CLIQUE AQUI para assistir.

[atualização em 12/12] 3 eFes está inovando também no marketing, vejam a sacada genial que a Camila registrou. E leiam as críticas de Luiz Zanin e Sérgio Rizzo, ambas indicadas pelo Lucas Pretti.

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O trailler:

Parolas en Esperanto?

Nos comentários de um post no Ius Communicatio vi o Edison definir a questão dos idiomas como um grande obstáculo da internet. E ele tem razão, afinal, imaginem a quantidade de conteúdo a que teríamos acesso se não houvessem tantas línguas diferentes no mundo.

ludwig_zamenhof_1887.jpeg Muito antes de surgir a internet já havia quem se preocupava com isso. Em 1887 um polonês chamado Zamenhof (foto ao lado) publicou a versão inicial do Esperanto, um idioma planejado para tornar-se língua internacional neutra (lingvo internacia). A proposta conquistou adeptos rapidamente: o primeiro congresso mundial esperantista aconteceu em 1905, na França, e contou com a participação de quase mil pessoas. No Brasil, o primeiro grupo esperantista chamou-se Suda Estelaro e foi fundado em 1906 na cidade de Campinas.

 

congreso_catolico_esperantista.jpg Rapidamente cientistas, artistas e autoridades religiosas perceberam as utilidades da proposta (a imagem ao lado é um cartão postal do IV Congresso Católico Esperantista). A distribuição de conteúdo diretamente, sem o intermédio das traduções, foi o primeiro esboço de globalização produzido pela humanidade. Mas o Esperanto, que inicialmente gerou expectativas otimistas, teve sua trajetória de ascensão abortada pelas duas grandes guerras mundias do século passado. Os conflitos dificultaram imensamente a circulação de publicações e correspondências entre os países beligerantes. No cenário pós-guerra já não se verificava o mesmo entusiasmo e interesse pelo idioma. Em 1954 a ONU aprovou resolução que recomendava a sua difusão, porém não houveram repercussões relevantes na comunidade internacional.

 

O tempo passou e, com o advento da internet, passamos a presenciar um novo “boom” do Esperanto — ainda que relativamente discreto. Proliferam sites e blogs redigidos na língua neutra. Na Wikipédia há mais de 90.000 artigos que o usam. Existem aproximadamente 25.000 livros publicados em Esperanto, sem contar as centenas de revistas, de discos e obras cinematográficas. Não é por acaso que até o Google já utiliza o idioma. Por isso, caro/a leitor/a, vale à pena conhecer essa proposta. Imaginem o que poderíamos fazer com a utilização em larga escala de uma ferramenta de comunicação como essa. Ler o blog de uma moça do Afeganistão seria barbada, por exemplo.

PS.: em tradução livre, o título deste post significa: falas em Esperanto?

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Bandeira oficial dos esperantistas

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Algumas referências:

Liga Brasileira de Esperanto

Curso de Esperanto

Wikipédia em Esperanto

“Leia o que diz o contrato do Hotmail”

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World Wide Web, o famoso www, é uma ferramenta de pesquisa criada para facilitar a troca de informações na internet.  Um dos inventores dessa ferramenta que se tornou sinônimo de internet é o belga Robert Cailliau. Aos 60 anos, o cara mora no interior da França, não ficou rico e sequer tem celular.

Em entrevista ao Caderno Digital do jornal Zero Hora, Cailliau critica o uso comercial da rede e diz que empresários, políticos e freqüentemente jornalistas não entendem o que de fato é a web. Confira abaixo a transcrição da entrevista na íntegra:

Pergunta - O senhor disse estar decepcionado quanto à evolução da web. Por quê?

Robert Cailliau - Há muitos aspectos sobre os quais estou contente: a Wikipédia, os blogs, os círculos de pessoas que têm coisas a compartilhar. Na verdade, não há muito além de alguns aspectos sobre os quais eu estou decepcionado: a velocidade da compreensão de que a rede mundial é uma construção coletiva. Empresários, políticos e freqüentemente jornalistas não compreendem isso.

Pergunta - Como o senhor avalia sua invenção?

Cailliau - A web é resultado de anos de trabalho e da coragem de muitas pessoas, todos egressos de universidades e institutos de pesquisa. Os empresários freqüentemente a entenderam mal. Tomemos a bolha das empresas “.com”. A lição que tiro é que há um fosso entre o comportamento racional e humanista e o comportamento inspirado pelo desejo de fazer muito dinheiro sem trabalhar muito. Por outro lado, a web é uma ferramenta que não se deixa manipular demais: a democracia parece estar imbricada na rede. Isso irrita os espertos que querem se apropriar dela, e também os ditadores.

Pergunta - O senhor tinha idéia da revolução que a rede abriria?

Cailliau - Para a comunidade acadêmica, sim. Para a comunidade em geral, não. Me surpreendo a cada dia com os usos engenhosos de toda ordem que as pessoas fazem da web.

Pergunta - Na sua opinião, a rede causou uma revolução social?

Cailliau - Muitos sociólogos e economistas acreditam que ela concretiza a aldeia global anunciada por Marshall McLuhan. É verdade que, graças à rede, organizações mundiais formadas por poucas pessoas puderam se constituir, se agrupar como se estivessem na mesma cidade.

Pergunta - O senhor disse ter subestimado o impacto comercial da web. Por quê?

Cailliau - Não era nossa prioridade. Queríamos fornecer uma ferramenta útil e de qualidade aos pesquisadores. Foi a web que arrebatou a atenção do comércio e das empresas de telecomunicação sobre a internet, que, naquela época, em 1993, já tinha 25 anos. Foi surpreendente ver como elas quiseram se apossar quando houve a menor suspeita de que talvez fosse possível fazer dinheiro fácil.

Pergunta - A rede mundial fomentou a pirataria na internet. O que o senhor pensa disso?

Cailliau - A idéia da propriedade intelectual sempre me incomodou. De um lado, é certo que alguém que trabalha duro para criar um romance, um filme ou uma música deve poder se alimentar e viver. Logo, precisa de rendimentos provenientes dessa criação. Essa é a razão por que luto pela possibilidade de micropagamentos, que dariam remuneração direta ao artista pelo consumidor.

Pergunta - O senhor defende alguma regulamentação para a web?

Cailliau - Sim, mas por parte da comunidade mundial. É preciso uma convenção mundial sobre o tema. Há divergências demais entre blocos econômicos, políticos, religiosos, doutrinas ultrapassadas. Não tenho medo dos Estados, que podem criar normas para preservar a privacidade das pessoas e a transparência das empresas. Tenho medo é das multinacionais opacas e avarentas. Observe o MySpace, com os milhares de usuários em seus registros (ele se refere à concentração de informação individual e à invasão de privacidade). Com que direito? Leia os “termos de serviço” dessas empresas. Leia o que diz o contrato do Hotmail.

Pergunta - Qual é, na sua opinião, o futuro da rede?

Cailliau - Pessoalmente, acredito que o futuro pertence mais a uma inteligência artificial do que humana.

(Entrevista realizada por Andrei Netto, correspondente da ZH em Paris)

Tutto papolo buona

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[Fotografia: João Barreto - álbuns no Flickr]

 

Leituras novas linkadas pelo Vejo tudo e não morro:

A Epidemia

Conhecimento livre na veia

Le mouvement des choses

Blog da Renata Miloni, revisora apaixonada pela boa literatura e pelo bom cinema. Também é editora e autora da ótima Revista Malagueta.

Navalha Infame

Blog do B. Cardoso, que ainda cheira à recém-nascido mas promete muito. Ele também escreve no Catarse Elétrica, onde publica seus contos.

Forsit

Blog da Olivia Maia, uma moça sem acento, sem critérios e que não existe.

Malvados

As tirinhas do Dahmer!

Bender Blog

Porque o oposto de inteligência não é estupidez.

Quadrinho Ordinário

Pra quem gosta de um humorzinho negro afro-descendente de vez em quando.

República do Fiume

Boas indicações, bons discos, boas imagens, boas citações.

Dr. Plausível

Blog de um especialista em plausibilidade.

Mau humor

É o blog do Arnaldo Branco!

Revista Zé Pereira

Em matéria de alternatividades, faz a Piauí parecer brinquedo de criança.

Guerrilha Downlodiana

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A rapaziada das gravadoras anda querendo ser mais malandra do que a malandragem…

Acontece que eles não podem mais evitar a EPIDEMIA<já conhece?

Em homenagem aos ilustríssimos, tá aí a dica de um pequeno paraíso dos downloads: http://umquetenha.blogspot.com

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:) SILÊNCIO, tô lendo

;) TV | livre | de | verdade

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