Poisentão: se este blog fosse bom, relevante, genial e imprescindível, é bem provável que de repente findasse. Esse é o destino de quase tudo o que é bom. As coisas medíocres é que tendem a permanecerem ativas indefinidamente. E tal é o caso deste blog. Na próxima quarta completaria-se um mês desde meu último post aqui. Fui sugado pelo ralo do final de semestre, abiduzido pela nave-mãe dos textos repletos de aspas — agradeçam à faculdade por ela ter me impedido de escrever aqui nas últimas semanas. Porém, já foram concluídos todos os experimentos com a minha pessoa. Após me virarem do avesso e fazerem perguntas estranhas, concluiram que sou apto a encerrar o semestre e me devolveram aos afazeres do cotidiano. Cá estou, então, diante do WordPress e de um Google Reader onde diz que há mais de 3.000 feeds não lidos.
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Nunca me reconheci como nerd geek. E, creio, sinceramente, que não o seja. Porém, observei duas coisas à respeito de mim mesmo nessa última semana que apontam o contrário: primeiro, um colega ficou espantado por ver que carrego onde vou meu próprio Firefox 3 dentro dum pendrive* — fez uma cara de quem pensa “porra, mas tu é nerd hein!”; depois, auto-flagrei-a-mim-mesmo locando a segunda temporada do Arquivo X, outro elemento explicitamente nerd. Para completar, como se já não bastasse minha inquietação, li esse post hoje, que me deixou com uma pulgona atrás da orelha. Tomara que eu não entre numa crise existencial.
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Tenho uma certa implicância, digamos, com os pós-modernistas. (Talvez perceba-se melhor isso lendo minha última coluna puclicada lá na Malagueta.) Esses pós-pós-tudo não pagam imposto para cometer ridicularidades. A última: “Ronaldinho Gaúcho é um jogador pós-moderno”.




Em junho de 1968, 

Já havia esquecido desse episódio, até que hoje chegou em minhas mãos um marcador de página que propagandeia o livro 
O genioso 

