Muito, muito, muito tempo atrás alguém achou importante registrar as coisas. Surgiram desenhos nas paredes das cavernas, os populares ideogramas, que depois foram evoluindo para símbolos mais abstratos; inventaram as letras! A reunião ordenada delas configurou a escrita. E, na verdade, isso não foi idéia de um maluco apenas. Vários malucos tiveram idéias semelhantes em diferentes cantos do mundo. A escrita se desenvolveu de maneira independente em regiões como China, Oriente Médio, América Central e Mar Mediterrâneo. Esse negócio de escrever foi tão importante para nossa espécie que o período no qual não havia escrita é conhecido como Pré-História.
Escrever é um troço poderoso. Toneladas de livros, documentos e periódicos já foram censurados por leis e/ou fogueiras. Já houve quem morreu pelo que escrevia. Já houve quem evitou a morte escrevendo. Escrever pode proporcionar alegria, tristeza, fama, dinheiro, desgraça, doença, mal-estar, raiva, inveja e mais um monte de possibilidades. Ler, idem. E, mesmo assim (ou justamente por esses motivos), há quem opte conscientemente por viver de escrever.
Publicamos aqui uma série de entrevistas com pessoas bacanas que vivem de escrever. Porém, o critério para ser entrevistado não é o de sustentar-se financeiramente da escrita. O que interessa é escrever assiduamente para um determinado público leitor, seja qual for. E escrever bem, claro. A periodicidade de publicação das entrevistas (e a quantidade delas) é indefinida, pois preferimos não assumir compromisso com o calendário, mas sim com a qualidade dos bate-papos e dos convidados.
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Mi nombre es Melisa soy Argentina y vivo en Brasil la gente habla que soy u ar que soy nose la verdad no lo se naci el 24-12-1985 en Cordoba capital ala media noche ni un minuto despues ni un minuto antes,Amor,Paz,Victoria con cariño desde el fondo de mi Corazon Mel.
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